vidabuscavida

Entradas do Julho 2008

Catamarã – Passeio no delta do Tigre

Julho 30, 2008 · Deixe um comentário

Um dos rios

O passeio de catamarã é bem tranquilo e tem duração de 1h30. No dia que a gente foi, apesar de estar ensolarado, tinha um vento gelado e, por isso, algumas pessoas optaram por fazer o passeio na parte fechada do catamarã. Nós ficamos lá alguns minutos mas como não era tão divertido, resolvemos passar frio!

 Catamarã

O barco passa por 4 rios e há uma gravação (em espanhol e em inglês) que fala um pouco dos principais pontos dos passeio. O catamarã não pára em nenhum lugar, mas de lá pudemos ver o museu da casa que tem uma casinha em uma caixa de vidro, muitas casas lindas e vários piers de restaurantes também.

Museo Casa

Casa do museo casa

Tem um barco que funciona como uma espécie de transporte coletivo (12 pesos) e ele vai pegando as pessoas e parando nos piers.  Não é turístico, é apenas um meio de locomoção das pessoas que moram lá! Se alguém resolver testá-lo, me conta depois?

 

Ah! Só para constar, valeram os 30 pesos.

Categorias: buenos aires · relatos
Etiquetado: ,

Trem de La Costa – II

Julho 30, 2008 · Deixe um comentário

A viagem de trem é bem tranquila (Trem de La Costa). A nossa única reclamaçaõ  foram os horários do trem. Sabe os horários que vc encontra no site ou na própria estação? Foram modificados. Em algum lugar está escrito agora que os trem saem de 30 minutos. Então, se vc parar em uma cidadezinha e depois de 35 minutos resolver esperar o trem, vai ficar lá por pelo 25 minutos. (como diria a M. “Saco!!”)

O que tem no parque de diversões

Na última estação fica o Delta do Tigre. Lá você encontra o cassino, um parque de diversões (fecha de segunda-feira) e os passeios de catamarã. Também tem o porto de frutos, mas a maioria das lojinhas estavam fechadas na segunda-feira também.

Praça no porto dos frutos

Nós andamos um pouco lá até eu ficar convencida que se a gente não entrasse em um catamarã, a gente não ia fazer nada.

De onde sai o catamarã…

Logo que a gente saiu da estação encontramos um posto turístico e lá fomos nós olhar o mapa (acho que estávamos obcecadas por mapas e localização!). Um  homem então começou a falar dos rios e nos tentou vender pacotes de passeio de barco. Uma dica: não caia na tentação e aceite. Eu achei as ofertas caras e depois você encontra por menos.

Lá perto do rio vc verá uma empresa que faz passeios de catamarã e cobra 30 pesos. Os passeios saem as 10h, 14h ou 16h e tem duração de 1h30 (acreditem, vão enjoar de rios).

Categorias: buenos aires · relatos
Etiquetado: ,

Ganga Zumba

Julho 28, 2008 · Deixe um comentário

Não conhecia a banda e do artista só havia ouvido uma música cuja versão original é de um grupo que eu nunca ouvi falar (e que eu acabei de descobir que ele era vocalista). Mas estava lá no show deles ontem. Poucas expectativas, alguma ansiedade e super desencanada. Afinal, não sabia o que esperar. Não fui tentar descobrir qual era o som dos caras e semana passada, por causa de um release, descobri que o show teria convidados e, entre eles, estava a Fernanda Takai, a perseguida do ano!

O show era do Kazufumi Miyazawa e Ganga Zumba, banda formada por ele que mistura música japonesa com alguma musicalidade latina. O show foi ótimo, divertidissímo e cheio de caras e bocas. O Miyazawa é aquele tipo de cantor que se doa. Dava para perceber que no final ele estava acabadissimo!!! Tá bom, a gente já comentou que ele está conservado para seus 40 anos; mas que no final ele estava acabado, ele estava! Ponto também para os ótimos passos de dança!

Quem dividia os vocais com ele era Claudia Oshiro, que além de mostrar seu rebolado com cinto de moedas e esboçar uns passos quase iguais ao do é o tcham, ainda nos presentou com algo parecido com a dança do tigre/gato/pantera ou qualquer felino que você queira. Cena ótima e surreal!!!

Os músicos do Ganga Zumba são muito bons! Destaque para o Marcos Suzano que é ótimo e para as caretas do Imafuku “HOOKI” Kenji, o outro percusionista. Fora o figurino excêntrico da violinista  Reiko Tsuchiya, que estava com um vestidinho básico tomara que caia vermelho com saia em camadas de tule.

Saí de lá tão empolgada que queria comprar o CD do grupo, mas 20 reais por 3 músicas não dá, né Miyazawa!!! Takai!

E também saí com vontade de voltar ano que vem (acreditam que o Miyazawa já veio pro Brasil 20 vezes? – na hora que ele falou, só escutamos a onomatopéia “ooohhhh”).

 E, para completar, ainda tiramos foto com a Reiko. A primeira para o nosso fan clube oficial do Miyazawa  e Ganga Zumba!!! O meu parceiro de fan club  vai liderar as miyazetes e vou fazer as camisetas!!! Êee!

 

A banda e seus integrantes: 

• Kazufumi Miyazawa – japonês, vocalista
• Fernando Moura – brasileiro, tecladista
• Tsuyoshi Miyagawa – japonês, baterista
• Marcos Suzano – brasileiro, percussionista
• Caludia Oshiro – nippo-argentina, vocalista
• Luis Valle – cubano, trompetista
• Reiko Tsuchiya – japonesa, violinista
• Hiroshi Takano – japonês, guitarrista
• Tatsu – japonês, bassista
• Imafuku “HOOKI” Kenji – japonês, percussionista

 

Categorias: Japão · relatos
Etiquetado: , ,

Shima Uta

Julho 28, 2008 · Deixe um comentário

“Shima uta yo kaze ni nori tori to tomo ni umi wo watare
Shima uta yo kaze ni nori todokete okure watashi no namida”

Estou cantarolando isso desde da hora q eu acordei!!! Motivo? empolgação do show de ontem do Miyazawa Kazufumi e banda (Ganga Zumba) lá no sesc Pompéia.

Por enquanto só sei o refrão…

….

Para ver e ouvir (é uma apresentação antiga do Miyazawa Kazufumi  lá no Sesc Pompéia)

Categorias: Japão · relatos
Etiquetado: , ,

Trem de La Costa

Julho 24, 2008 · Deixe um comentário

A espera do Trem na Estação Maipu

Um passeio que a M. me disse que queria fazer era conhecer o delta do Tigre. Ela me dizia que era um passeio de trem nas cidadezinhas próximas a Buenos Aires, que você poderia ir parando na estação que quisesse e no final, no Delta do Tigre, poderia passear de barco.

Para quem não sabe, nunca fui fã de barco e avião. Já passei mal em balsa, então tenho receio. Fato. Por isso não estava muito afim do tal passeio.

Enfim, planejamos ir na segunda-feira (único dia livre antes da volta). Mas como chegar lá? Perguntamos no albergue e o moço, simpático (aqui não é ironia, não! ele era realmente simpático), não sabia do que estávamos falando.  Talvez porque  tivemos que explicar no espanhol da M. (Ela diz que engana no espanhol, eu não falo espanhol. Então lá eu só falava inglês) onde queríamos ir. Numa tentativa de se fazer entender, eu falei: “San Isidoro” (que é o nome errado de uma das cidadezinhas) e ele: “Ah! San Isidro!!! Mas o q vcs querem fazer lá?” (como quem diz: hellloooooo!!!! não te nada lá!). E foi só isso.

Então no domingo a noite, lá fomos nós procurar na internet informações. E graças aos blogs (vou achar os links e coloco eles aqui) e alguns sites decobrimos que precisávamos chegar a estação Retiro e depois pegaríamos o Trem de La Costa.

Saímos cedo e fomos de subte até a estação Retiro para pegar o trem. Lá na estação tem um totem com informações sobre o Trem de La Costa e como chegar até ele. Está em inglês e, sinceramente, não lembro se tinha em espanhol também. 

 Chegando lá, vc procura esse totem que tem a informação importantíssima de quais guichês vc deve ir para comprar o bilhete certo. Depois de comprado o bilhete, saiba que precisa pegar o trem para Bartolomeu Mitre e descer em Bartolomeu Mitre.

Gente, o trem é assustadoramente horrível!!! Mal conservado, velho e o banco, nossa, os bancos! A gente teve um certo nojo de sentar neles!!! Tudo bem que não somos as duas pessoas mais desencanadas da face da terra, mas também não nos considero nojentas e frescas.   Bom, sabe aqueles bancos de plásticos estofados com uma espécie de carpete? agora imagina esse carpete sujo e mto, mto velho! era assim o banco. com alguns copos sujos em cima de brinde!

Estação Maipu

A viagem de trem não foi uma das melhores (a gente pensando que deveria voltar antes de anoitecer). Chegamos em B. Mitre, perguntamos para o guardinha sobre o trem de La Costa e compramos o bilhete turistico. Para não residentes, ou seja turistas, o valor da passagem ida e volta com direito a paradas é de 20 pesos.  

O trem de la Costa e as estações (começa na Maipu) são turísticas e conservadas. Algumas placas estão pichadas, mas fazer o que né?

Continuo depois o passeio…

Categorias: buenos aires · relatos
Etiquetado: , ,

Puerto Madero

Julho 24, 2008 · Deixe um comentário

Estava devendo este post…

Puerto Madero

Puerto Madero é um porto que foi revitalizado a pouco tempo atrás. Com isso ganhou vida, restaurantes e admiradores.

 Um dia nós estávamos voltando de onibus, com o mapa na mão e tentando desesperadamente ler as placas com os nomes das ruas para nos localizar no mapa e descer no ponto certo. Acho que era a primeira vez que a gente pegava um onibus para ir ao albergue. E, uma moça notou e perguntou se estávamos perdida, onde queríamos descer, essas coisas, sabe? E depois perguntou onde havíamos ido e disse, euforicamente, que deveríamos passear em Puerto Madero, que estava bem bonito depois da revitalização e que seria um passeio legal. E lá fomos nós no dia seguinte.

É muito fácil chegar até ele quando se está no centro. É incrivelmente perto da Casa Rosada. Se você seguir por detrás da Casa Rosada, vai ter que dar uma voltinha (por causa de ruas de acesso), mas encontra no caminho uma praça do exército com tanques e alguns monumentos, a aduana e mais alguns minutos estará atravessando a rua para finalmente chegar a Puerto Madero.    

Edifício del Libertador e a praça que eu falei ali em cima

Lá tem restaurantes, 02 navios museus e, no vôo de volta para SP, o moço que sentou do meu lado contou que dá para passear de barco, a noite, em Puerto Madero.

Puerto Madero

Durante o dia várias pessoas correm e se exercitam lá também!!!

Categorias: buenos aires · relatos
Etiquetado:

Caminito

Julho 23, 2008 · Deixe um comentário

No mesmo domingo fomos ao Caminito, no bairro de La Boca. Ponto turísico obrigatório.

El Caminito

Achei o Caminito com um aspecto Kitcsh, sabe? Colorido eu sabia que era, mas lembrei disso… Nas ruas, muitos casais de tango loucos para vc tirar uma foto com eles (100 pesos, em média, era o que turista ao lado dizia inconformada), alguns quadros à venda e seus respectivos artistas, lojinhas de souvenirs e pessoas divulgando seus restauarntes que ficam ali mesmo!

Boca Junior

Nós andamos lá, procuramos o museu de cera (a rua eu não vou lembrar, se alguém quiser deixa um comentário, que eu olho e mando) e fomos ao estádio do Boca Juniors seguindo a linha do trem.

É super recomendável chegar lá de taxi. Não sei se foi impressão, mas andar pelas ruas do bairro (as ruas não comerciais) não parece ser uma boa idéia.

Categorias: buenos aires · relatos
Etiquetado:

San Telmo

Julho 23, 2008 · Deixe um comentário

Antes de começar a falar sobre San Telmo, um parênteses: Gosta de feiras de artesanatos/antiguidade? Vai adorar os finais de semana de Buenos Aires!!!Tem um monte de feirinhas em tudo quanto é praça!!!

No domingo, a primeira parada foi o Obelisco. De lá caminhamos até San Telmo, o que consideramos perto. Mas, prestem atenção, mas… o nosso perto foi baseado nas longas caminhadas que fizemos nesses dias em BAs, afinal, chega uma hora que os pés acostumam e nem doem mais.

San Telmo é um bairro com ruas de pedras e muitas lojas de antiguidades. Na ferinha você encontra objetos atigos, algumas barracas de brechó e jóias de prata. Não sei dizer se é mais barato que no Brasil (é o q o vendedor insiste em dizer) porque não sei quanto custa aqui! Enfim, como eu costumo perder  brincos, achei que não valia a pena investir em um de prata para perdê-lo depois.

Lá tem um mercado de frutas e verduras. Mas ele é pequeno e dentro há uma ferinha de objetos usados. Se gosta de vinil, vai encontrar alguns lá. Tem também uma barraca que só vende botões!!! Botões de roupa mesmo, viu?

A gente foi atrás de uma igreja que tinha no nosso mapa (lembram-se que a M. adora igrejas?), mas ela estava fechada. No caminho encontramos um argentino, muito simpático, que contou um pouco da história da igreja. Ela é uma igreja dinamarquesa e a única que, em Buenos Aires, que realiza casamentos homossexuais! É toda de tijolinhos aprentes e tem um portão verde.

É comum encontrar também artistas que cobram para tirar fotos com você! Dançarino de tango então! vai encontrar um monte!

No nosso guia tinha ua tal passagem que ficava na Calle Defensa, nº 700. A gente não achou a passage, mas continuamos na calle Defensa, que aos domingos tem, no chão, várias pessoas vendendo de tudo um pouco. Se continuar nela, desde San Telmo, vai chegar na praça de maio.

Categorias: buenos aires · relatos
Etiquetado:

Palermo Viejo

Julho 21, 2008 · Deixe um comentário

O bairro de Palermo é divido em sub bairros como Palermo Viejo e Palermo Hollywood. Mas, mais uma vez, vem nosso taxista e diz que tudo isso é só para turista, e que na verdade é tudo a mesma coisa. rs.

Uma das ruas fofas do bairro

No Palermo Viejo é onde tem a maior concentração de moda independente. Lojas exclusivas e lojas coletivas – as últimas reunem diversos designers em um só espaço. No caso das roupas, essas são dividas por araras e cada arara é sinalizada com o nome da marca – convivem no mesmo espaço.

Aos sábados tem uma ferinha na Plaza Cortaza. Fomos lá e as semelhanças – nas nossas opiniões – com a feirinha que acontece aos sábados na Praça Benedito Calixto são muitas. Peças em tricô, bijuterias e algumas antiguidades. Ao redor bares, com suas charmosas mesinhas na calçada. E algumas lojas de decoração e lojas de roupas e acessórios.

Marcas famosas também têm lojas na região. A loja da Nike é charmosíssima! Fica em um casarão antigo e os artigos são divididos nos cômodos da casa. Reparem  no papel de parede e nos espelhos antigos.

Fui na maior empolgação e me decepcionei um pouco. Talvez porque as expectativas eram altas demais! rs. Enfim, descobrir novos estilos, roupas exclusivas, shapes diferenciados. Era isso que eu esperava. E foi justamente isso que eu não vi!

Achei tudo muito década de 80. Coloridos demais, brilhantes demais. E eu reparei que eles usam muito duas coisas: leggings em cores metálicas e estampadas e coletes. Se não era assim, era aquilo que a gente vê em São Paulo em qualquer lojinha. Golas arrendondadas, casaquinhos largos estilo anos 50, 60; moletons estampados de zíperes, camisetas. Das bolsas e sapatos nenhum me chamou a atenção.   

O colar que eu comprei. É extravagante, eu sei. Mas ainda não usei!

Mas eu saí de lá com um colar – q já no Brasil descobri que é tendência – e uns bloquinhos de papel de presente. O mais legal são as papelarias. Tem coisas incriveis lá. E a sacolinha era um charme!

Eu sei que parece aqueles sacos de frutas, mas acehi tão boa a idéia!!!

Categorias: Achados · buenos aires · coisas fofas · férias · relatos
Etiquetado: ,

Recoleta

Julho 21, 2008 · Deixe um comentário

Depois que nós visitamos os bosques de Palermo e fomos à calle Córdoba ver as outlets, ainda  tivemos disposição e pés (o essencial) para visitar o bairro da Recoleta.

Pegamos um ônibus, seguimos o mapa e chegamos no cemitério. (ele fecha as 17h45. Nesse horário você ouvirá os sinos da igreja ao lado).

 Fachada do cemitério

O cemitério tem mausoléus bem altos e eu descobri, na viagem, que a M. é fã de cemitérios e igrejas.   E o que isso significa? que nós passeamos no cemitério, vendo túmulos e tirando fotos. E paramos em praticamente todas as igrejas.

Logo na entrada tem um mapa com a localização dos mausóleus, esculturas e pontos turísticos (?) no cemitério. Quer achar o túmulo da Evita? Siga o fluxo. É o jeito mais fácil! Ele sempre está cheio de visitantes (a gente foi 2× o cemitério).

Há muitos gatos no cemitério e, detalhe, são todos obesos. Como ficaram assim? não faço idéia.

Praça com a feirinha

Em frente ao cemitério tem uma praça que nos finais de semana acontece uma ferinha de artesanato (nos lembrou a ferinha da praça da República em SP). O Buenos Aires Design fica logo no final da praça (tem um acesso lá) e neste shopping tem uma filial do Hard Rock Café. (se quiser fotografar ou visitar, precisa consumir).

Igreja na Recoleta

Ao lado do cemitério tem uma igreja e do lado da igreja um centro cultural.  

Centro Cultural da Recoleta

No final da praça, atravessando a rua, tem um ponte (haverá turistas com suas máquinas fotograficas lá) e depois dela, você encontra a faculdade de Direito. Ao lado, a famossíssima flor de metal, que abre durante o dia e fecha a noite.  

Flor no final da tarde e escadaria da faculdade de Direito

Flor a noite, fechada

Sofremos um pouco com a flor. Eu queria visitá-la e a gente seguiu o mapa e demos a maior volta do mundo para chegar lá!!! É sério! Não sei como conseguimos. A gente viu a ponte, mas para não nos perdemos, seguimos o mapa! arght!

Depois, tiramos as fotos  e, ao descarregá-las no computador, vimos que elas ficaram péssimas!!! E, detalhe, tudo isso no primeiro dia em Buenos Aires!!! Por isso, a gente voltou lá outro dia.

Categorias: buenos aires · férias · relatos
Etiquetado: ,