
Lembro até hoje do dia que ele morreu. Ele só não acordou. Sereno, calmo, deitado na cama com o pijama azul. Não acordou no dia que iria para o hospital se internar. Resolveu que já era hora de partir e se despediu de cada um, de uma forma singular.
Essas lembraças voltam, faz a saudade bater mais forte e vão embora. Lembrei muito dele e da minha bathian nas duas últimas semanas. Por indicação dela, li e emocionei com a historia deles.
E, nesses dias que se passaram, a mãe de um amigo meu faleceu vítima de um cancer.
São relatos de amor, cuidado, carinho e afeto. Dedicação mesmo.
…
as vezes, me pergunto porque, durante a vida, perdemos algumas pessoas que nós amamos tanto?
…
depois de tudo isso, a angústia de não poder abraçar mais o Odi e a Bathian me fizeram ficar assim: nostálgica.
Saudade
Abril 2, 2008 · Deixe um comentário
Categorias: coisas de família
Etiquetado: coisas de família
Lembrete
Abril 2, 2008 · Deixe um comentário

Sabe aquela história de atenção seletiva, retenção seletiva.. na qual, por exemplo, quando percebe que existe carro roxo, começa a ver mais carros roxos, que existiam, mas só naquela hora vc começa a dar conta disso?
Pois é, viram a instalação de garrafas PETS no rio Tietê? Eu acho que não precisava de um lembrete tão grande…(para quem não sabe, meu trabalho da pós que está roubando preciosas horas de sono é sobre embalagens biodegradaveis para uso doméstico) .
Ironias, grandes ironias no meio do caminho…
Categorias: constatações · devaneios · pensamentos
Etiquetado: constatações, devaneios, pensamentos



