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Entradas do Janeiro 2008

Mascotes

Janeiro 29, 2008 · Deixe um comentário


Domingo eu estava nas comemorações do ano novo chinês na Liberdade/SP. Tudo porque queria ver a dança do dragão. No entanto o que mais me surpreendeu foram os mascotes (q eu não conhecia) das Olímpiadas de Pequim. São fofíssimos. Literalmente!!!
São bonecos gigantes infláveis. Redondinhos, fofinhos e engraçadinhos. E há pessoas dentro!!! Fiquei imaginando se eu chegasse para alguns amigos ou familiares e dizesse que queria fazer fantasias infláveis. Aposto que 70% nem me levariam a sério, 25% saberiam que mesmo sob portestos ou avisos de que isso não daria certo, apoiariam só porque não teriam outra escolha (sim, eu não mudaria de idéia sem tentar). E os outros 5% se empolgariam com a idéia e iriam fazer as fantasias comigo.
Imaginei milhares de objetos com os macotes: canecas, cadernos, chaveiros, balões (imaginem aqueles balões que vendem com gás helio no shopping e que as crianças choram por um?), bonecos, almofadas, coisas de cabelo, bolsas, lancheiras, camisetas, brinquedos, ventilador (se existe da hello kitty, por que não deles?), carimbos, carteiras, cadeiras… uma infinidade de coisas fúteis e algumas úteis. Pensei até nas embalagens de pipoca (aquelas de papelão) e de carrocho quente com os mascotes. Eles são bem comerciais e bonitinhos.

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Devaneios…

Janeiro 25, 2008 · 1 Comentário

As vezes penso que é melhor não saber das coisas. Ser ignorante, sabe? não ter informações. As vezes saber sobre o assunto me traz medo, insegurança, terror.Passo noites sem dormir, preocupada. Outras vezes, quanto mais eu sei, mais eu fico infeliz. E hoje é tão dificl se manter alheio as informações. É tão complicado não querer pesquisar, ler, procurar no google, ligar e perguntar. Queria que houvesse uma espécie de alerta que me dizesse quando deveria parar. Um botão de desliga.
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Outro dia voltando para casa vi uma pessoa parada, em um cruzamento. Suas vestimentas eram uma combinação improvável de tecidos, cores e formas. Um mix de peças. Cabelo sujo e bagunçado. Sacolas. pés no chão. Ele olhava, observava o mundo ao seu redor. Ele estava encostado em um poste. Reparei que o seu olhar era um olhar curioso, distante e ao mesmo tempo terno. Como se tudo aquilo fosse novidade. como se nada importasse.E tinha também uma certa loucura e uma pitada de curiosidade naquele olhar. Meu pai perguntou se aquela pessoa tinha preocupações, responsabilidades. Eu continuei olhando. Ele – meu pai – conclui sozinho, alguns minutos depois, que as únicas preocupações dele deveriam ser comer e um lugar para dormir e se aquecer. Aquilo me fez pensar. Indagar sobre aqueles universos distintos, as preocupações de cada um (eu e ele), as nossas realidades. Me fez pensar em um monte de coisas e me questionar sobre algumas outras que estão incomodando…

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Ronaldo Fraga e a loja de tecidos

Janeiro 22, 2008 · Deixe um comentário


Sou fã de Ronaldo Fraga. Muitos o chamam de contador de estórias. A cada coleção, uma nova é contada. E o universo do Ronaldo é maravilhoso! Ele é capaz de partir dos temas simples, mais banais para criar. E, ouvindo uma entrevista que ele deu para UOL, reafirmo: ele é movido pela paixão de criar moda, de ser livre. É claro que dinheiro é importante, mas parece que ele crê que fazer algo apenas porque vai vender, é comercial ou então porque é moda, não compensa. Não vale a pena. Ele precisa de paixão. Essa é a sua motivação, seu universo. E isso eu admiro nele.

A Loja de tecidos

É uma coleçao para celebrar as 25 coleções que já fez e relembrar. Como ele mesmo disse, é uma desculpa para resgatar a memória e não trazer modelos antigos para hoje.
No início da sua carreira, ele trabalhou em uma loja de tecidos na qual desenhava modelos para as clientes. Foi de lá a inspiração do desfile. Ele disse: “A loja de tecidos era um espaço onde as pessoas ainda tinham um pingo de autonomia na construção do personagem.”
O Ronaldo é aquele estilista que, se vc olhar cada um dos seus 25 desfiles, saberá que são dele aquelas roupas. É o seu estilo Fraga de ser. Adoro isso nele!
Eu gostei de muita coisa que ele apresentou: o casaco com estampa dos tecidos, os vestidos pretos (o transpassado de manguinha é lindo!!!), o vestido longo meio preto (não sei se é extamente preto), algumas blusinhas, as pantalonas de cintura alta, a bolsa masculina com o Pinóquio (livro japonês) os casaquetos….


A passarela também estava linda!!! as roupas penduradas como se fossem um varal desorganizado, com as roupas devidamente etiquetadas, mas sem “alma”, em branco, sem vida… entendo aquilo como se fosse telas em branco. Árvores brancas com lâmpadas. Modelos inseridas nesse universo. Apenas algumas cores visíveis, alguns cotornos, algumas nuances. Adorei.

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SPFW – Minhas impressões sobre o evento (Geral)

Janeiro 21, 2008 · Deixe um comentário


Desfile Erika Ikezili -Inverno 2008

Teve época em que eu era completamente alucinada para ir/assistir (Ao vivo) a SPFW. Hoje, ainda tenho interesse, mas percebo que já não exergo as coisas como antes. Pensando um pouco, cheguei a conclusão que se antes eu assistia porque era o lugar onde eu queria estar, queria ser igual aqueles estilistas famosos e porque realmente acreditava que aquilo me traria felicidade eterna (afinal era a moda) e se eu não o fizesse teria uma vida sem sentido ou aqueles vazios; hoje eu vejo de outra forma: um lugar para ver e ser visto, um lugar de negócios, um showroom. E, é claro, como se trata de moda e contratos de modelos multi-milionários a visibilidade do evento é enorme e atrai mídia. E, não há nada melhor para dar visibilidade a sua marca e gerar (pelo menos tentar) algumas reportagens espontâneas do que o maior evento de moda da Am. Latina!
Tudo isso para dizer q eu estou mais chata, mais crítica e talvez mais difícil de agradar quando se trata de moda. Me perdoem!
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Erika Ikezili
Eu gosto do trabalho dela, acompanho como posso e foi ela quem realizou um antigo sonho meu: o de fazer parte do backstage de um desfile na SPFW. E, além disso ela é uma fofa que ainda lembra de mim!
Para o inverno 2008 ela resgatou as roupas dos imigrantes japoneses (não sei se o centenário da imigração teve relação com a escolha do tema) através de fotos da sua familia e pesquisa. Se antes os japoneses transformavam seus lindissimos quimonos em trajes ocidentais, ela fez o contrário. Transformou as peças em algo mais oriental com amarrações (q eu amo) e estampas típicas(que até hoje encontro no guarda-roupa da minha avó). Claro que tudo a la Ikezili, ou seja, roupas complexas com drobraduras e muito bem trabalhadas.
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Cori – Inverno 2008

Li bastante notícias sobre o Alexandre Herchcovicht, a Zoomp (q está sob o seu comando), a Cavalera (mais sobre o desfile ter acontecido às margens do rio Tiete e muito pouco sobre as roupas sob a direção criativa de Marcelo Sommer), a Cori (estreando os esilistas da Neon na direção criativa da marca).
Não me empolguei com as roupas do Herchcovitch (apesar que já fazem algumas coleções que eu não me empolgo com ele), achei tudo na Cavalera muito Sommer (isso mesmo, a ex-marca dele) e gostei bastante do desfile da Cori (uma boa dosagem do estilo Dudu Bertholini e Rita Comparato de ser e o que é a Cori)
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Hoje tem desfile do Ronaldo Fraga. Ansiosa e na expectativa do que ele vai apresentar.

Categorias: Moda
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Chuva, arrumação e nostalgia

Janeiro 20, 2008 · Deixe um comentário


Arrumar, organizar, escolher, jogar fora, bagunçar, lembrar, relembrar. Saudade.Ler e reler as suas anotações, suas indagações, seus relatos antigos. Relembrar. Sorrir. Vontade de ligar para aquela pessoa q faz mais de 3 anos q vc não fala. Mas como explicar aquele surto momentâneo e apenas a vontade de ouvir de novo a voz daquele q em outro tempo fora seu amigo?
Como fazê-lo entender q vc está ligando descompromissadamente, que apenas sentiu aquela vontade enorme de falar depois que leu no seu caderninho algumas palvras bonitas e sinceras de alguém que vc costumava conversar e rir?
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Está chovendo. E eu, nostálgica.

Categorias: pensamentos
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Feltro manual

Janeiro 16, 2008 · 2 Comentários


Embroidered Moroccan Felt Beads – happyexpat (etsy)

Há algum tempo tenho me encantado com o feltro. Mas não é aquele feltro que vende por metro em lojas de tecidos. É o feltro manual. Parece, até onde eu consegui descobrir, que lã pura de carneiro, sabão e água formam um material muito maleável e bonito. As pessoas conseguem modelar e fazer bolsas, brincos, bonecos e tudo mais o que a imaginação permitir. Não é comum no Brasil, mas eu estou pirando com isso e com as n possibilidades que o material permite.

The Bubble Ring – thefunkyfelter (etsy)


Red Hearts on Felted Grey Ankle Booties – prettylittle (ETSY)

Encontrei apenas 1 curso em SP – na FASM . Mas não posso ir por causa do horário conflitante com uma aula na pós. Alguém faz idéia se há outros ateliers ou cursos de feltro manual em SP??? Onde, além do google, eu posso procurar? eu preciso aprender a mexer com esse feltro antes de enlouquecer completamente!!!

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Made by Mom

Janeiro 13, 2008 · Deixe um comentário


Amo esse casaquinho. É confortável,quentinho, o tecido tem uma padronagem bonita, cores fáceis de combinar e qualquer look jeans e camiseta fica lindo com ele. Feito pela minha mãe.
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A minha mãe sempre costurou. Teve época em que ela trabalhava para uma boutique, outras para confecção de jeans mas sempre costurou sob medida. Lembro que quando eu era pequena, depois da escola, ficava em casa com ela no pé da máquina com a minha máquina de criança rosa que até pedal tinha. Essa máquina era do Snoopy e, apesar de ser de criança, era elétrica e então costurava de verdade. Eu pegava os retalhos no chão e costurava roupas para as minhas barbies. É claro que nem sempre dava certo e muito menos ficava do jeito q eu imaginava, mas aí sempre dava um jeito. Com a convivência a gente acaba descobrindo coisas e aprendendo outras praticamente sozinha. Não lembro como aprendi, mas sei costurar, pregar zíper, bordar. Quando eu tinha uns 12 anos, sentava na máquina da minha mãe (é uma máquina industrial) e só ouvia ela reclamando que eu desrugalava a máquina inteira e os avisos de “você vai acabar costurando o dedo. Cuidado!” e aquele olhar de reprovação – é claro q era um olhar que não intimidava, já q o problema era a bagunça que eu fazia e não o fato de costurar. Em 2006 me matriculei em uma escola de corte e costura. Fiquei um mês. Não consegui conciliar trabalho e escola, principalmente porque os horários eram conflitantes. Ano passado minha mãe voltou a estudar nessa escola (onde ela se formou há 30 anos)para se atualizar. Sorte a minha. Sorte porque agora ela está sempre a procura de modelos e mais disposta a executar os desenhos/modelos que eu faço ou encontro.
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Esse outro casaco que ela fez para o inverno. Quentinho e com ar de anos 50


Este tecido ficou em casa por um ano esperando para ser costurado. Ela fez esse vestido de algodão com bordado no barrado no final do ano passado. É super fresquinho, macio – afinal é 100% algodão – e ficou com um romântico, talvez por causa do bordado.

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Sobre a aquisição das marcas do Herchcovitch

Janeiro 4, 2008 · 1 Comentário

Li na folha de sp que o Alexandre Herchcovitch vendeu suas marcas para uma holding – a IM – Identidade Moda que já e dona da Zoomp e da Zapping. Isso me dá medo. Ele disse (Herchcovitch) na sua entrevista:

“Vendi porque eles vão fazer uma injeção de capital que eu levaria décadas para conseguir fazer. Com isso, as duas marcas [Herchcovitch; Alexandre e Herchcovitch Jeans] vão tomar um novo rumo, e tudo que eu sonhei poderá se realizar a partir de agora. Eu demorei 20, 15 anos para construir essas marcas, e sinto que estou começando uma segunda etapa na minha vida, quando poderei concretizar os meus sonhos.”

e depois,

Não, porque a marca foi comprada pelo que ela é. E ela é isso: é livre. Se esse aspecto for mudado, a marca também muda. Então, essa liberdade será preservada. Mesmo porque eu vou estar na direção criativa. A marca têm um conjunto de características que fizeram com que o grupo se interessasse por ela, e não por outra. Ela não é apenas uma marca, tem uma personalidade e uma força que podem ser exploradas comercialmente. Agora, o presidente do grupo e os acionistas, que estão acima de mim, têm uma idéia do tamanho que ela pode ter no futuro.
E eu, como diretor de criação, junto com os demais diretores, buscarei este objetivo. Por isso, é óbvio que, para a marca crescer “x” vezes, teremos que enxergar o mercado como ele é. Se tenho que atingir mais pessoas, terei que ofertar uma gama maior e mais democrática de produtos. E eu vou ofertar

Sei lá. Nao sou uma pessoa materialista, que só porque é meu não deixo as pessoas pegarem ou então fico vigiando para ver se não quebram, rasgam, mancham ou estragam, alguma coisa minha, igual aquelas pessoas paranóicas.
Mas eu teria medo, talvez mais receio do que medo. Poxa vida, como ele mesmo disse ele demorou 15, 20 anos para contruir as suas marcas e agora, mesmo a holding entendendo o que são as marcas, as suas identidades… não vai ser a mesma coisa. Serão pessoas gerindo a marca, tomando decisões, traçando os objetivos. E talvez tratem a marca mais como algo comercial, que vende, que atrai publico X com poder aquisitivo Y e que tem anseios Z. (não que já não exista essa visão na empresa, mas é diferente)
Imaginem: vc criou, batalhou por aquilo durante 15 anos. Hoje tem reconhecimento e almeja crescimento. Eu acredito que vc administra aquilo não como administraria qualquer empresa, mas administra de uma outra forma, porque vc enxerga aquilo com outros olhos. São os olhos cheios de carinho, amor, luta e anseios. Vc criou a empresa, teve dificuldades, depoistou nela mais do que uma esperança que aquilo desse certo. Vc acreditou naquele sonho. (Visão romantica, concordo)Talvez esteja sendo ultrapassada, mas ainda acredito que o melhor entendedor do conceito e das necessidades da marca (aqui, entendam marca não como o logo ou a indentidade visual, mas sim como o todo) é o seu criador. Mesmo que ele seja um péssimo administrador e precise contratar alguém ou empregar um familiar para essa parte chata e burocrática.

de qualquer forma, mto sucesso para vc, Herchcovitch!

eu? sonhadora demais? ou talvez conservadora demais…

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Ano novo, vida nova?

Janeiro 4, 2008 · Deixe um comentário

Não fiz promessas de ano novo (sabe aquelas listas que começam com regimes e terminam com “ser uma pessoa melhor”?). Não passei a virada de branco (há anos eu não faço isso), não pulei ondas, não guardei sementes de romãs. uvas e lentilhas? acho q não.
Apenas coloquei na minha cabeça as coisas q eu quero alcançar. As coisas que eu acho importante. E sei que vai ser dificil conseguir, mas se for realmente importante, eu não vou me importar de cair, me machucar (não mto) e quebrar a cara. afinal, a graça está no desafio. E eu sei tb, que vcs, que semprem me apóiam, incentivam ou desaprovam dizendo q eu bati com a cabeça em algum lugar e não sei; estarão por perto.
Um desejo de ano novo? ser feliz fazendo coisas que nos deixam felizes (é claro que isso inclui um montão de coisas, inclusive estar sempre acompanhada de pessoas divertidas).

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Bem-vindo 2008

Janeiro 1, 2008 · Deixe um comentário


Imaginem aquelas famílias grandes e barulhentas. Muitos tios, primos, amigos. Todos na mesma casa. Um karaokê, crianças correndo, rindo, gritando. A TV ligada passando algum especial de ano novo. Comida farta, aquela quantidade enorme. É assim a passagem de ano na minha familia.
Depois da tradicional queima de fogos e dos abraços apertados desejando que 2008 seja maravilhoso, fomos assistir a queima de fogos no kaikan (especie de clube/associação de japoneses)perto da casa da minha avó. Fomos andando. Outras familias numerosas estavam lá e pode-se dizer que 95% eram japoneses. Um conhece o outro e, se não conhece, acaba descobrindo que possui algum amigo/parente em comum. Quando começou a queima de fogos no campo de gateball (a gente fala getoboro, mas eu acho q é assim em ingles, gateball), a cada sequência de fogos de artificio, ouvíamos “OOOOhhhhhhh!!!!” “Woah!” “Ahhhhhh”. Uma verdadeira sequência de onomatopéias. Eu olhava para as pessoas, para a minha mãe, para minha avó e via naqueles olhos arregalados o encanto do ano novo. A esperança, a magia, a felicidade estavam naqueles rostos, naquele momento.Lindo!!!

Hoje, dia 01/01/08, fomos a casa do meu tio para a tradicional sopa com moti – o nome é ozoni. Todo ano a gente come o ozoni porque é tradição e também porque acredito que dá sorte e traz bons fluidos para o novo ano.

Ozoni – É um dos pratos típicos de Ano Novo, servido neste dia como oferenda aos Deuses e para trazer saúde, felicidade e fortuna no novo ano.

Parenteses
Eu não gosto de anos pares. Coisas ruins acontecem em anos pares. Mas espero que 2008seja diferente. Vou tentar.

Categorias: coisas de família · relatos
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