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Entradas do Setembro 2007

Coisinhas de 2006

Setembro 25, 2007 · Deixe um comentário

Como faz tempo que não coloco meus projetos aqui, resolvi trazer para o blog coisinhas de 2006.

Com essa onda tecnocolor acho q poderia usar essa bolsa. Bem cara de verão! É toda feita de algodão com alças de acrílico.

Essa outra bolsa já foi doada para minha irmã. Ela usou bastante no seu primeiro ano de faculdade. E os amigos dela disseram q eu sou uma menina muito prendada. rs
Hoje a bolsa ganhou uma super mancha abstrata vermelha (é o guache da semana dos bixos, que depois de algumas semanas impregnada na bolsa, não saiu mais!).

Essa camiseta nasceu de um projeto da faculdade. Era o seguinte: faça um logo, crie a sua marca e coloque-a em algo q represente vc.
O meu logo era esse aí, essas duas bolinhas juntas. O por que? essas duas bolas representam o infinito e também algo contínuo. Além disso podem ser os dois “os” do meu sobrenome (já que a marca deveria ser o seu nome). Também queria um logo que coubesse em uma etiqueta pequena e que as pessoas facilmente associariam a mim. É claro q enquanto estava fazendo esse trabalho descobri que vc faz primeiro o q a sua imaginação mandar e depois arranja uma justificativa.
De qualquer forma, nada melhor do q uma camiseta que eu usuaria para reprentar quem eu sou, ou era. Na verdade, quando estava fazendo o projeto resolvi aproveitá-lo para fazer algo q eu realmente usaria e não ficasse em casa juntando pó.

A fitinha atrás dá um charme.

A bolsa cabide. Algumas pessoas lembram-se dela. Bom, era para ser o brinde uma estratégia de mkt que estavamos criando para uma marca de roupas. E eu não resisti. Não poderia deixar só no papel.
Então, a idéia era de fazer uma bolsa com os retalhos da confecção – aqueles restos q seriam jogados fora – e assim, criariam-se modelos únicos e exclusivíssimos com texturas diferentes. Bom, a alça é um cabide pois tratando-se de uma confecção, uma loja, imagine todas as possibilidades simbólicas que poderiamos criar com um cabide!!!??? Fascinante, né?
E, o que eu adoro na bolsa, é que se tirarmos a parte de ferro do cabide, a alça fica com um formato muito legal e atual. E usável!!!!
Até hoje eu gosto bastante da proposta. E ainda acho q é possível uma marca se interessar pelo projeto.
Abaixo o protótipo com alguns retalhos que eu tinha em casa.

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Marian Keyes

Setembro 22, 2007 · Deixe um comentário

Marian Keyes é uma escritora que eu descobri há algum tempo(para ver o site dela, clique no título do post).
Seus livros são aqueles bem levinhos, românticos – não, o príncipe-sapo não vai lutar contra dragões, nem vai para guerra para conseguir o amor da princesa complicada, com baixa auto-estima e que as vezes precisa de um regime.
É uma leitura descomplicada, sem grandes pretensões e com algumas pitadas de humor.
As histórias são sempre sobre relacionamentos reais (bebedeira, abandono de marido, relacionamentos sem futuro, protagonita versus a balança), sobre mulheres com baixa auto-estima que quase sempre não se dão conta do que estão fazendo de errado com as suas vida. Há ainda o conflito de se se estar com 20 e alguns anos e a cobrança (sociedade e familiar) de se casar. Mas, mais do que tudo, as protagonistas querem achar seus príncipes – não, elas, assim como pessoas normais, não querem cavalheiros em cavalos brancos, mas sim homens compreensíveis e que possam conviver e compreender os seus defeitos e, principlamente, homens que não se irritem facimente com as suas cobranças e inseguranças.
Enfim, são livros para entreter. Principlamente se vc é fã de sex and the city e Brigde Jones (sim, há semelhanças). Eu recomendo. Principlamente quando se está estressado, cansado ou simplesmente está em busca de um livro para entreter.
Os que eu já li, recomendo e posso emprestar se alguém tiver interesse:

“Melancia, fala da vida de Claire, mulher de 29 anos que vive em Londres e tem uma vida e um marido perfeito. Até que, no dia do nascimento de seu primeiro filho, o tal marido perfeito entra no quarto do hospital para lhe dizer que não a ama mais, que ama uma nova mulher, mais especificamente sua vizinha, que também é casada. Para fugir, Claire muda de mala, cuia e bebê para a casa dos pais, em Dublin na Irlanda. Lá, tem de se readaptar à rotina de seus pais e de suas irmãs e acaba revivendo um pouco de sua infância. Depressiva, gorda (“em forma de melancia”) e sem os mínimos cuidados de higiene, passa a beber. “Lamento informar que, quando tinha 15 anos, descobri as delícias do álcool… Como resultado, passei horas de ansiedade, vigiando por cima do ombro, enquanto tirava com o sifão pequenas quantidades das várias garrafas do armário da sala de estar… Tinha receio de tirar demais de uma garrafa apenas, então escolhia uma ampla gama de bebidas. Ligando muito pouco para o gosto do produto final. Passei muitas horas felizes – após beber a mistura de xerez, vodca, gim, aguardente e vermute. Grandes tempos”.
Outra recordação surge quando encontra empoeirados aparelhos de ginástica que, outrora, eram usados com avidez pela família. “Amávamos especialmente a bicicleta. Margaret, Rachei e eu estávamos obcecadas com o tamanho dos nossos bumbuns e coxas. Não havia tanto interesse na máquina de remar, porque éramos tão jovens que não tínhamos sequer percebido que as pessoas têm a parte superior dos braços gorda”. “

“Tara, Katherine e Fintan são amigos inseparáveis. Nascidos no interior da Irlanda, partiram juntos para Londres e se deram muito bem profissionalmente, pelo menos. Pois, nas grandes cidades, o mercado amoroso está saturadíssimo! E os corações dos três, todos na faixa dos trinta e poucos anos, podem não agüentar: o de Tara já se partiu, o de Katherine está prestes congelar e o de Fintan pode até parar de bater. É chegada então a hora de gritar por mudanças… ou calar-se para sempre!Tara namora Thomas há dois anos, mas o relacionamento é, digamos assim, morno… frio… gelado, mesmo: o sexo do casal é como Papai Noel, que não existe, mas, se você tiver muita fé, aparece, todo coberto de neve, uma vez por ano. Thomas, ainda por cima, é um pé-rapado que vive comprando presentes ridículos para a namorada – como cremes para as mãos e bolsas de água quente… em promoção. Para piorar, ele ainda tem a coragem de dizer que Tara está gorda – só porque seu manequim pulou de 42 para 50!Já Katherine é uma mulher independente e equilibrada, que sempre atraiu os olhares masculinos. Mas sua primeira decepção amorosa ocorreu aos 19 anos, abrindo feridas jamais cicatrizadas. Hoje, ela prefere se relacionar com vitrines de lojas de roupas ou controle remoto de sua televisão. Nem Joe Roth, o colega de trabalho bonitão que se ofereceu para ajudá-a a trocar de canal, parece interessá-la.E Fintan, que nunca escondeu sua homossexualidade, encontrou o equilíbrio na amizade da dupla. Mas esse círculo, antes perfeito, fica a ponto de se quebrar quando ele revela sofrer de uma séria doença. Assim, as duas prometem fazer tudo o que o amigo pedir e o mundo fica de pernas para o ar! Graças às suas exigências malucas, Fintan assiste de camarote às mudanças – para melhor, claro – nas vidas de Tara e Katherine. “


“Solteira de 26 anos consulta uma cartomante que prevê – dentro de pouco tempo, a mocinha estará a caminho do altar. Não que Lucy Sullivan, a bem-humorada protagonista de Casório não queira achar sua alma gêmea. O que a diferencia de famosas personagens como Carrie Bradshaw (De Sex and the city) ou Bridget Jones, é que ela não investe a maior parte do seu tempo pensando ou falando nisso. A própria sessão de tarô, aliás, foi idéia das colegas, entendiadas com o trabalho no escritório. A notícia do casamento futuro, porém, espalha-se com tal rapidez que as amigas com quem Lucy divide apartamento ficam ouriçadas. Esquecem, porém, que falta um pequeno detalhe – o noivo. As previsões da cartomante para as outras funcionárias começam a funcionar , ainda que de um jeito bizarro. Lucy, então, passa a observar melhor os homens que a cercam, mas não por muito tempo. Quando os pais se separam, ela se candidata a cuidar do pai alcoólatra.” E assim a história se desenrola….

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As pessoas e seus caminhos estranhos

Setembro 17, 2007 · Deixe um comentário

Cada dia que passa descubro mais uma pessoa que fez uma coisa, mas que era apaixonada por outra, aí descobriu que poderia trabalhar em uma terceira coisa e se deu bem e hoje se realizou com uma quarta coisa e acumula todas essas habilidades/experiências/atividades.
E parece que são pessoas realizadas. Um engenheiro da Poli que trabalha com estamparia digtal e trabalha para Carlos Miele e outros estilista, uma RP que virou cantora de banda de rock, um arquiteto que começou a pintar objetos e depois virou estilista e hoje, além de alguns objetos de decoração estampa tecidos para algumas grifes moderninhas da Augusta, um estudante de letras que queria ser estilista e hoje é jornalista de moda… e assim vai…
Fico imaginando que deve ser normal ser assim, então. Apesar da escolha aparentemente errada essas pessoas fazem hoje o que gostariam ou chegaram bem perto de se realizarem profissionalmente. E talvez se não tivessem feito a primeira escolha “errada” não seriam o que são hoje.
É… vc já deve estar imaginando o por que estou pensando nisso…e provavelmente estrá correto na sua hipótese.

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Eu e a moda

Setembro 4, 2007 · 1 Comentário

Hoje li uma reportagem que me fez lembrar o meu tcc. ..
O título era: “Admita: você ama a moda. E ela é importante. É válido perguntar por que a moda continua sendo a força de maior potência cultural que todos adoram ridicularizar”.
Na metade do texto uma passagem que me fez lembrar da cara do meu orientador quando disse que queria escrever sobre moda.
“Quando Valerie Steele, diretora do museu do Instituto de Tecnologia da Moda, em Nova York, declarou durante o curso de pós-graduação da Universidade Yale o seu interesse em estudar a história da moda, os seus colegas ficaram horrorizados. “Fiquei surpresa em constatar o grau de hostilidade dirigido a mim”, conta Steele. “Os intelectuais achavam que aquilo era algo repulsivo, desprezível, completamente vão e fútil”. Steele diz que se sentiu como se tivesse ingressado em um culto satânico.”
E esse horror declarado – tantos nos rostos quanto na forma de olharem para vc – eu senti quando, um professor da minha banca, perguntou: “Eu já vi tantos outros tccs que relacionam rp com os mais diversos assuntos…alguns incomuns, mas nenhum como esse. RP e Moda? O que a levou a esse casamento inusitado e que tem tudo para dar errado?
…………………………..
Fiquei feliz ao ler essa reportagem. Despertou algum sentimento em relação à moda, a psiciologia e sociologia que estava adormecido e esquecido.
Pois é, a toda instante descubro algo ou aparece alguma coisa no meu caminho que não me deixa esquecer a moda… e eu já não sei viver mais sem ela..

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